quarta-feira, 24 de Março de 2010

O Rosto Humano


































Frequentemente, o rosto humano surge como tema de trabalho, e também, com frequência sentimos alguma dificuldade na sua representação.
Ao longo do tempo têm-se recorrido aos cânones , que se referem às proporções ideais e não se aplicam a cada pessoa individualmente. Contudo, essas "normas" facilitam o trabalho, porque uma vez aplicadas fazem-se apenas as adaptações necessárias, referentes ao modelo.
Para que a tarefa se tornasse adequada ao nível do desenvolvimento dos alunos, recorreu-se a uma quadrícula como base, para desenhar o rosto.

Deixamos aqui imagens que através do desenho, representam o rosto dos alunos que integraram a Turma + no período entre 18 de Fevereiro e 26 de Março.

Os professores,

terça-feira, 16 de Março de 2010

Provérbios





Cereja/Cerejeira



As palavras são como as cerejas, vêm umas atrás das outras.

Quanto mais preta é a cereja, mais doce.

Em Maio , come a velha a cereja ao borralho.

Em Maio, as cerejas uma a uma leva-as o gaio, e em Julho o cesto enche a punho.



Azeitona/Azeite



A verdade é como o azeite: vem sempre ao de cima.

Amigo,vinho e azeite o mais antigo.

Azeite de cima, mel do fundo e vinho do meio.

Azeitona é fortuna, às vezes muita ,às vezes nenhuma.



Mário Sousa nº 12 T+, Cláudia Escovar nº 4 T+ e Daniel Cunha nº 5 T+






Curiosidades





São rosas, senhor!...


Em 1282 foi celebrado, na vila de Trancoso, com pompas nunca vistas, o casamento de D. Dinis com D. Isabel de Aragão.
O rei ofereceu-lhe desde logo o maior dote que jamais rainha alguma tivera em Portugal. Incluía Trancoso, Óbidos, Abrantes, Porto de Mós e mais doze castelos.
A rainha Santa Isabel ficou conhecida pela sua bondade e pela protecção que dava aos mais pobres e desprotegidos. Conta-se que, numa manhã de Janeiro, a rainha deixou o Paço para levar pão aos seus pobres. Pelo caminho encontrou o rei, que, estranhando a preocupação com que a rainha aconchegava o seu regaço, lhe perguntou o que levava. A rainha, embaraçada e receosa, respondeu:
-São rosas, senhor!...
E, abrindo o manto, perante o olhar admirado do rei, em vez de pão caíram-lhe rosas...


Leila Santos T+ nº13 e Claudia Escovar T+ nº4

terça-feira, 9 de Março de 2010

Pintando...

















Nós, o 4º grupo de alunos da Turma + continuamos o trabalho iniciado pelos colegas que passaram por esta turma.
As paredes da Cantina da nossa Escola estão a ganhar vida....



Pelourinho de Murça



Levantando sobre a praça do município, este marco de pedra significava o domínio do povo sobre o território do concelho. O actual pelourinho data do séc. XVI.
No terço inferior do fuste está engastada uma argola, que, antigamente, diziam, ser a expiação do crime. Simples, elegante e bem conservado, o pelourinho de Murça é uma obra de arte apreciável. Por esse motivo foi considerado monumento nacional por decreto de 16 de Junho de 1910.
Símbolo maior da autonomia e do poder municipais, o pelourinho remonta ao séc. XVI, centúria em que Murça obteve, em 1512, novo foral (1469-1521), depois de lhe ter sido concedido o primeiro em 1224, por D. Sancho II (1209-1248), renovado por D. Afonso III(1210-1279) e, mais tarde, por D. Dinis (1261-1325), sendo, por conseguinte, plausível que Murça tivesse sido anteriormente dotada de um pelourinho, do qual não remanescerão quaisquer vestígios. Não obstante, o pelourinho que hoje observamos no centro principal da Vila, fronteira aos seus mais relevantes edifícios, casos do actual edifício da Câmara Municipal, dos antigos Passos do Concelho e da Igreja Matriz, na qual se erguem belas residências senhoriais, é formado por coluna em cordão (com argola de ferro ao meio) assente directamente sobre soco constituído por sete degraus, com capitel ostentando o brasão de D. Manuel I e as armas dos donatários de Murça, os Guedes, sobrepujado por triplo remate com cinco colunas de pequenas dimensões de igual modo facetadas em cordão.


Raquel Correia nº 15 T+ e Patrícia Rebelo nº 14 T+

Saint Valentine's Day


















These are our Saint Valentine's cards!!!!



terça-feira, 2 de Março de 2010

My house

My house is a detached house. It is big and it has got two floors.
Downstairs there is a kitchen, a laundry, a sitting-room and a dining-room. Upstairs there are four bedrooms and a bathroom.
This is my house and I love it.
Ana Rita Carvalho T+



My house is a detached house. It is big and it has got one floor.
It has got a kitchen, a sitting-room, a dining-room, a bathroom and four bedrooms.
Outside there is a garage.
I like my house.
Cláudia Isabel Trigo Escovar T+



My house is a cottage. It is big. It has got one floor and an attic.
There is a kitchen, a sitting-room, four bedrooms, a balcony and a bathroom.
Outside there is a garden and a garage.
I love my house very, very much!
Ângela Carina Nogueira Garcia T+

D. Sancho II - O Capelo



Quarto rei de Portugal. Nasceu em Coimbra, pelo ano de 1209, e morreu em Toledo em 4 de Janeiro de 1248, filho de D. Afonso II e de D. Urraca. Casou com D. Mécia Lopez de Haro, que nasceu em data incerta, morrendo em Palência por volta de 1270, sendo filha de Lopo Dias de Haro, por alcunha o cabeça Brava, fidalgo da Biscaia. Retomou as negociações já iniciadas com o seu pai para uma reconciliação do poder estatal com o poder eclesiástico. O rei morrera excomungado e o reino estava interdito. Finalmente estabeleceu-se uma concórdia com dez artigos.
A partir de 1226 iniciou a campanha do Alentejo, conquistando Elvas, Jerumenha, Serpa, Aljustrel, Mértola, Aiamonte e provalmente Cacela e Tavira. Como guerreiro foi digno continuador de D. Afonso Henrriques, mas foi mau administrador.
Foram frequentes durante o seu reinado as lutas entre o ricos-homens e os homens da igreja, tendo o bispo do Porto feito queixas do rei ao papa. O papa em bula enviada aos barões, concelhos das cidades e visitas a outros lugares, aconselha a chefia do reino a alguém activo e prudente.
Foi nomeado o príncipe D. Afonso, futuro D. Afonso III. A igreja dispôs assim da nação portuguesa. Houve ainda, no incío de 1246, guerra civil entre os partidários do rei e do príncipe D. Afonso.
Retirou-se para Toledo.
Não deixou sucessão.



Fontes:

Joel Serrão(dir)
Pequeno dicionário de História de Portugal
Lisboa,Iniciativas Editoriais, 1976


Joaquim Veríssimo Serrão
História de Portugal, Volume I: Estado, Pátria e Nação(1080-1415)
2ª ed, Lisboa, Verbo, 1978.



Recolha realizada por Hugo Sousa e Daniel Cunha T+




Curiosidades



Cação e tubarão são o mesmo peixe!!!!


Qual a diferença entre um cação e um tubarão?


Nenhuma. Cação é apenas o nome comercial do tubarão, dependendo da cultura do local, diz o oceanógrafo Luís Roberto Tommasi, da Universidade de São Paulo. Em algumas regiões , os tubarões pequenos são chamados de cação, esclarece. Culturas pesqueiras regionais podem usar o nome para identificar algumas espécies de tubarão. Mas cação-anjo é o mesmo que tubarão-anjo e cação-martelo é o mesmo que tubarão-martelo. Não existe norma alguma para essas denominações. Cientificamente, não há nada que distinga um do outro.


Diogo Emanuel Nascimento e David Santos - T+

Carta de Foral de Noura e Murça

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Amén.

Eu, Sancho, pela graça de Deus rei de Portugal, faço-vos carta, povoadores e habitantes de Noura e Murça e dos seus termos, da herdade que aí possuo e cujas demarcações são as seguintes: como parte de aquele sítio em que a ribeira de curros entra no rio Tinhela, toca no ribeiro da Vinhó, segue em oblíquo, toca na Pedra Longa e vai ao seixo da fisga; como parte com os espinheiros da planta do cardo, pela cabeça do freixedo, pelo cavelas e por cima da seita; como parte por Alijó entra na foz do Tinhela, pela margem do rio Tua, em viés; como por Abreiro, entra na nascente do Cobro, vai pelo Caldeirão, pelo monte dos Couços, pela praina de Zebras, pelo Sobreiro, águas vertentes, e daí, vai ao Cabeço de Seixo, à foz da ribeira de Mascanho no sopé de curros, pelo curso de água, e termina onde primeiro começamos.
Dou-vos esta herdade que fica dentro destes limites com suas povoações, com todos os seus pertences e com tudo aquilo que tenha préstimo para o homem, para que dela me pagueis ou a quem eu mandar, o foro que passo a especificar: cem maravedis, dos quais pagareis um terço na terceira semana de Maio, outro nos meados de Setembro e outro nos meados de Janeiro. Ficareis por este foro livres de todas as coimas, homicidas e rendas que costumáveis pagar.
Por colheita, dar-me-eis ou a quem mandar, cem pães, meio trigo, meio centeio, dois porcos que valham um maravedi cada, doze galinhas, três puçais de vinho e seis quarteiros de cevada. Dez desses pães serão de teiga. O pão e vinho serão medidos pela teiga e quarta de murça, e a anona também .Pagar-me-eis esta colheita a quem eu mandar uma vez por ano e não mais, e pagareis os referidos maravedis anualmente de modo como ficou escrito, e não mais.
O prestameiro e mordomo não terão poder nas vossas povoações, nem nas vossas populações, nem nos vossos termos. Também o meu rico-homem o não terá.
Liquidai completamente o dito foro e não mais. Se, porventura, não puderdes pagar os maravedis em ouro, pagai-os em dinheiro, tais como correrem na vossa terra. Se quiserdes fazer alguma coisa nas vossas povoações ou nos vossos termos, fazei-a, e que ninguém tenha o poder de vo -lo impedir.

Foral de Noura e Murça, 8 de Maio de 1224


Pesquisa de João Eduardo Vilaverde, Rafael Joaquim e João Ilídio Ribeiro